Oração e Comunhão, uma combinação perfeita






Ninguém tem dúvida de que a oração perseverante é uma arma poderosa que está ao alcance de quem realmente almeja vitórias. As súplicas feitas com reverência, com humildade (1 Pe 5.6,7) e revestidas de fé (Tg 1.6) têm grande poder: “... a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (5.16).

Mas precisamos ter muito cuidado para não desenvolvermos entre nós um instinto egoísta e sectário quanto à maneira de orar, ou seja, de intercedermos junto a Deus por bênçãos somente em nosso próprio favor. Orar como ato de intercessão em favor do nosso pastor e sua família, do nosso próximo, dos obreiros, enfim, de toda a igreja, é, sobretudo, uma prova de amor e companheirismo, e Deus se agrada disso. A Bíblia nos ensina: “orai uns pelos outros, para que sareis...”.

Em Mateus 18.19 está dito que quando dois ou três se reúnem em nome de Jesus e fazem uma petição, tal atitude é reconhecida e considerada nos céus pelo Pai Celestial. Destarte, não é bom que um crente fique isolado considerando-se forte o suficiente para desprezar a ajuda de seus irmãos quanto à prática da oração intercessória. Numa batalha espiritual (Ef 6.12) a união é imprescindível, daí a necessidade de que as lutas, dificuldades e perseguições sejam combatidas por todo o corpo de Cristo (nós, a igreja).

A igreja cresce e se fortalece quando seus membros conseguem compartilhar suas alegrias: “Alegai-vos com os que se alegram...”; e também suas lutas: “... chorai com os que choram” (Rm 12.15). É “bom demais da conta” o fato de os irmãos viverem unidos (Sl 133.1). Aleluia!

Um dia abençoado a todos.


Pr. Elias Garcia Fernandes